Oiii pessoas, tudo bem
com vocês???
Hoje eu trago a resenha
do livro A Casa da Mãe Joana, de Reinado Pimenta.
SINOPSE
Por que uma pessoa é cheia de nove horas?
De onde veio o puxa-saco?
Por que os dias da semana têm a palavra feira?
Qual é a origem dos nomes dos naipes?
Onde Judas perdeu a bota?
Por que o doce brigadeiro ficou com esse nome?
Quando é que se volta à vaca fria?
Por que mandar alguém plantar batatas?
Como surgiu a palavra bingo?
Que quer dizer OMO?
Por que julho e agosto ficaram juntos com 31 dias?
De que cor é a cor de burro quando foge?
De onde veio o puxa-saco?
Por que os dias da semana têm a palavra feira?
Qual é a origem dos nomes dos naipes?
Onde Judas perdeu a bota?
Por que o doce brigadeiro ficou com esse nome?
Quando é que se volta à vaca fria?
Por que mandar alguém plantar batatas?
Como surgiu a palavra bingo?
Que quer dizer OMO?
Por que julho e agosto ficaram juntos com 31 dias?
De que cor é a cor de burro quando foge?
COMENTÁRIOS
“SOBRANCELHA
O latim superciliu deus duas palavras em
português: supercílio e sobrancella, os pelos que ficam sobre os
cílios, que também podem ser designados por uma palavra em desuso: celhas.
Por isso é que o certo
é sobrancelhas e não sombrancelhas,
por mais espessas que sejam e protejam dos raios solares os olhos do peludo.”
Fantástica leitura,
neste livro é possível se divertir e aprender muita coisa ao mesmo tempo. É de
um conteúdo riquíssimo, organizado em ordem alfabética e com uma pitada de humor.
Vai, sem dúvidas, arrancar algumas boas risadas do leitor. Sim, o autor te
enche de conteúdo e ainda consegue ser divertido.
Porém, por se tratar de
um livro que fala sobre “origens das palavras, frases e marcas”, ele possui um
vasto conteúdo, o que tem o lado bom e o ruim. O bom é conhecer as origens das
palavras; por outro lado, é ruim por ser uma enxurrada de informação sobre o
leitor. Impossível guardar tudo na memória.
É um daqueles livros
que precisam ser lidos mais de uma vez, a fim de aprender um pouco mais a cada
releitura. E para um bom fanático por conhecimento é uma leitura quase que
obrigatória.
Eu admiro a coragem e
disposição de Reinaldo Pimenta em pesquisar tantas informações e compor o
livro, há seis páginas dedicadas à
bibliografia e para quem já escreveu artigo científico, tcc etc, sabe que isso
é muita coisa.
O livro está mais que recomendado,
dou cinco estrelas, sim, e já estou planejando comprar o volume II.
“Sesta -
Do latim sexta.
Sesta – o descanso após
o almoço – se refere especificamente à sexta hora do dia. Para os povos
latinos, o dia começava às seis horas. Assim, a sexta hora seria o meio-dia. Desde
a época dos mouros, os iberos adotaram o costume do repouso das doze às treze
horas, período de maior calor do dia e também de maior sono, provocado pela
pança cheia do almoço.
E ainda dizem que
brasileiro é indolente. No Brasil sem sesta é que habita uma legião de mouros:
são os que se arrastam de volta ao trabalho, depois de uma feijoada, sob um
verão de 40 graus.”







