segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

SORTEIO VOCÊ ESCOLHE O LIVRO


Com o fim da promoção do livro "A Culpa é das Estrelas" de John Green, decidi iniciar uma outra. E pensando em qual livro sortear me veio inúmeros nomes que me levaram à ter uma ideia bastante interessante.

Eu decidi lançar, então, uma promoção onde o sorteado poderá escolher qual o livro que quer ganhar. Isso mesmo, você poderá escolher o seu prêmio. Já pensou conseguir aquele livro que há muito tempo você vem querendo??? Pois é, essa é a sua chance de tê-lo.

Vamos às regras:
  1. Ter endereço no Brasil para a entrega;
  2. Seguir o blog publicamente pelo Google Friend Connect e não aceitarei perfis anônimos;
  3. Me seguir no skoob: http://www.skoob.com.br/usuario/497313;
  4. Me segui no twitter: https://twitter.com/Adriane_Rod;
  5. Deixar um comentário no post da promoção contendo as seguintes informações: nome, e-mail, o nome de pelo menos dois livros que você esteja querendo e o link do seu perfil no skoob e twitter;
  6. O livro que você escolher tem que estar dentro do valor estipulado de R$ 60 reais. Sim, tem limite de preço, afinal, há preços bastantes exorbitantes por aí;
  7. O livro será comprado no site do submarino ou saraiva, assim sendo, veja se o livro desejado é vendido pelos sites. Caso não haja, o ganhador deverá escolher um outro;
  8. O sorteio será feito pelo site random.org;
  9. Se o sorteado não tiver cumprido todos os quesitos eu voltarei a fazer o sorteio; e
  10. O ganhador tem até três dias para responder o e-mail recebido para que não seja desclasificado.

Corram que a promoção termina no dia 31 de março de 2013 e no dia seguinte publicarei o resultado aqui no blog.

;)

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

O ENIGMA DOS SONHOS LÚCIDOS

Visite o site da revista Mente e Cérebro: www.mentecerebro.com.br

Há situações em que a pessoa sabe que está sonhando e até consegue influenciar os acontecimentos oníricos; pesquisadores medem as correntes cerebrais na tentativa de desvendar os processos neuronais que determinam esse curioso estado entre o sono e a vigília.

por Ursula Voss
doutora em psicologia, professora da Universidade Friedrich-Wilhelm do Reno em Bonn.


Muitas pessoas se fazem espontameamente uma pergunta semelhante: será que estou sonhando? Se o sonhador reconhece que a experiência não é real, já que os fatos bizarros não fazem sentido, então podemos dizer que se trata de um sonho lúcido. Há aqueles que nesses momentos não apenas têm consciência do fato de estarem sonhando, mas conseguem até mesmo influenciar ativamente a trama, sem acordar.

Uma participante de um experimento em nosso laboratório do sono, na Universidade de Bonn, descreveu a experiência da seguinte forma: "Soube que estava sonhando quando me espantei com a conversa estranha com uma colega que nem conheço direito; então apareci de repente em outra cena, em meio a uma paisagem que parecia tirada de um album de família. Movi os olhos e percebi que estava deitada em minha cama dormindo. Quando vi a imagem se desmanchar, pensei: esta é a cena do meu sonho, eu vou ficar aqui! Então ela reapareceu. Pensei que seria bom galopar nesse lugar e trouxe um cavalo para o sonho e, embora parecesse bastante irreal, senti que o cavalgava ao mesmo tempo que continuava deitada."



Por trás do óbvio

Desde que o criador da psicanálise, Sigmund Freud (1856-1939), publicou sua principal obra, A interpretação dos sonhos, em 1899, a imagem do sonho como palco de conflitos inconscientes persevera. Segundo essa concepção, a experiência onírica tem o papel de ocultar ou revelar impulsos e pensamentos daquele que dorme. Os elaborados "disfarces" apresentados pelo psiquismo dificulta o reconhecimento do desejo reprimido. Daí os sonhos parecerem tantas vezes sem sentido para o próprio sonhador, que não consegue enxergar o que há por trás dessa simbólica. Durante a sessão de análise, entretanto, paciente e psicanalista podem chegar a relações surpreendentes e evocar elaborações transformadoras.


Usos práticos do poder de interferência


Até agora, alguns psicólogos utilizavam treinamentos objetivos no sonho lúcido principalmente para tratar pesadelos. Exercícios autossugestivos antes de adormecer - nos quais a pessoa se pergunta se ainda está acordada ou já está dormindo - elevam a possibilidade de fases de sonhos lúcidos conscientes. Pacientes atormentados por pesadelos frequentes conseguem se distanciar emocionalmente com mais facilidade do conteúdo sonhado por meio desse método. Alguns se tornam capazes até mesmo de fugir de perigos experimentados em sonho.
 
Além disso, há indícios de que formações oníricas lúcidas possam facilitar a aprendizagem de sequências de movimentos complexas. Nós todos somos capazes de realizar coisas extraordinárias em sonho: conseguimos voar, atravessar paredes ou fazer objetos desaparecerem. Segundo resultados de um estudo realizado pelo psicólogo especialista em esportes, Daniel Erlacher, da Universidade de Heidelberg, atletas com um treinamento objetivo em sonhos lúcidos conseguem internalizar mais rapidamente sequências motoras complexas, como, no salto em altura.
 
O uso de técnicas de visualização na passagem da vigília para o sono são bastantes semelhantes a esse método. Nesse caso, o objetivo é manter o controle consciente da situação imaginando determinadas sequências de movimento de forma profundamente relaxada. Aos interessados em treinar a habilidade, porém, especialistas avisam que, em geral, é preciso persistir por pelo menos três semanas até que sejam percebidos os primeiros resultados.
 
 
 

Será que estou acordado?

 
Sonhos lúcidos não podem ser induzidos intencionalmente, mas é possível aumentar a probabilidade de tê-los. Algumas técnicas podem ajudar:
  1. Ao longo do dia, pergunte a si mesmo várias vezes, se está acordado. Quando o comportamento se tornar um hábito, é provável que você faça o mesmo durante um sonho - e as chances de perceber que está sonhando aumentam muito.
  2.  
  3. Olhe-se no espelho ou releia um trecho de um texto como uma forma de "testar a realidade". Nos sonhos, muitas vezes, a aparência fica alterada e a escrita é indefinida. O hábito de verificar esses referenciais pode alertá-lo em eio à experiência onírica.
  4. Mantenha um diário de sonhos ao lado da cama e anote o que se lembra imediatamente ao acordar. Vários estudos indicam que essa prática torna os sonhos mais conscientes; pessoas que se recordam de seus sonhos têm maior propensão de ter um sonho lúcido.
  5. Antes de adormecer, concentre-se atentamente, com o máximo de detalhes possível, em cenas que espera ver durante o sono. Pesquisas mostram que a "incubação" - apersistência de uma ideia antes de dormir - aumenta muito a probabilidade de que uma pessoa sonhe com o que imaginou.
 
 
Matéria completa na edição física de Mente e Cérebro de fevereiro de 2013.
 
 
Significado:
 
* Onírico
(grego óneiros, -ou, sonho + -ico)

adj.
adj.


adj.

Relativo a sonhos. = SONIAL

CEGOS DE CIÚMES

Visite o site da revista Mente e Cérebro: www.mentecerebro.com.br

Manifestado até mesmo por animais, esse sentimento tem ajudado cientistas a fazerem descobertas importantes a respeito da influência das emoções na maneira como percebemos o mundo. Mecanismo natural de detecção de ameaças, pois nos protege de experiências arriscadas; em excesso, porém, é prejudicial.


 Fernanda Ribeiro
 
Há mais de 400 anos, William Shakespeare tratou da “doença da suspeita” em uma de suas obras mais populares: Otelo, o mouro de Veneza. A desconfiança de que a mulher mantinha relacionamento com um rapaz mais jovem – despertada e alimentada por insinuações de um subordinado, Iago – levou-o a buscar e a acreditar ter encontrado provas da traição em fatos triviais. O escritor referia-se ao ciúme como “o monstro de olhos verdes”, uma metáfora sobre a cegueira induzida pelo sentimento que faz entrever como provável ou certo o que apenas é possível de acontecer.

No relacionamento amoroso, no entanto, é natural sentir ansiedade ao perceber que algo ou alguém pode reduzir o espaço afetivo que ocupamos na vida do parceiro. “O ciúme normal é transitório e se baseia em ameaças e fatos reais. Ele não limita as atividades – nem interfere nelas – de quem sente ou é alvo de ciúme e tende a desaparecer diante das evidências”, define a psicóloga Andrea Lorena, pesquisadora de ciúme excessivo do Laboratório Integrado dos Transtornos do Impulso (PRO-AMITI) do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP). O ciúme extrapola as fronteiras do saudável quando se torna uma preocupação constante e geralmente infundada, associada a comportamentos inaceitáveis ou extravagantes, motivados pela ansiedade de tirar a limpo a infidelidade do parceiro. “No ciúme excessivo, o medo de perder a pessoa amada vem acompanhado de emoções específicas – raiva, medo, tristeza, ansiedade – e pensamentos irracionais. ‘Será que ele/ela está me traindo?’ é um pensamento frequente. Quase sempre há prejuízos para quem sente, para quem é alvo e para o relacionamento”, diz Andrea.

Não raro os pensamentos irracionais se traduzem em comportamentos compulsivos, sustentados pela ilusão de que é possível controlar o que o parceiro faz ou sente, como verificar agendas, registro de ligações no celular, seguir o parceiro, conseguir senha de acesso ao e-mail, checar faturas de cartão de crédito e fazer visitas-surpresa para confirmar suspeitas. Muitas vezes as preocupações são acompanhadas por sintomas físicos, como sudorese, taquicardia, alterações no apetite e insônia. De acordo com Andrea, uma das características mais comuns da pessoa excessivamente ciumenta é a baixa autoestima. “Isto é, ela não acredita que tem valor e merece respeito. A priori, é alguém ‘traível’ e abandonável, pois na verdade acredita que a honestidade e a reciprocidade nas relações não valem a pena. É um sentimento com origem na infância e na relação com os pais, em que provavelmente a pessoa foi negligenciada e desrespeitada. Somam-se ainda fatores como insegurança, medo, instabilidade e a própria desorganização pessoal”, diz a psicóloga.

No Brasil, o PRO-AMITI e a Santa Casa do Rio de Janeiro oferecem tratamento gratuito para ciúme excessivo. A abordagem combina atendimento psicológico, em grupo ou individual, e psiquiátrico. É comum a comorbidade com transtornos de depressão e ansiedade que, se diagnosticados, são tratados com medicamentos. “O processo psicoterápico trabalha a melhora da autoestima e a segurança com o próprio relacionamento. Com o tempo, o paciente percebe que comportamentos como investigar o que o parceiro faz na rede ou vasculhar seus pertences são desnecessários”, diz Andrea.

O ciúme excessivo é um traço frequente de outro quadro: o amor patológico (AP), com características semelhantes à dependência química. Ele ocorre quando o comportamento saudável de atenção e cuidado para com o parceiro, característico do amor, começa a ocorrer de maneira repetitiva e frequente. A pessoa se ocupa do outro mais do que gostaria e abandona interesses e atividades que antes valorizava. Segundo a psicóloga Eglacy Sophia, também do PRO-AMITI, ciúme excessivo e amor patológico compreendem medo intenso da perda, baixa autoestima e insegurança emocional. “Muitas vezes os questionamentos sobre a fidelidade do parceiro são calcados em motivos plausíveis. Em geral, uma entrevista cuidadosa com o paciente revela dados sobre o comportamento do parceiro que poderiam causar ciúme em qualquer pessoa, como telefonemas secretos, distanciamento afetivo e físico frequente e confirmação de traições passadas”, diz a psicóloga.

Apesar de existirem poucos estudos relacionando o ciúme patológico com o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), os pensamentos do ciumento costumam ser similares aos das pessoas que têm o distúrbio: são intrusivos, desagradáveis e incitam atitudes de verificação. “Pacientes que reconhecem seus comportamentos como inadequados ou injustificados apresentam mais sentimentos de culpa e depressão; os demais demonstram raiva e condutas impulsivas mais pronunciadas”, diz Eglacy.

 
 Além da conta?
 
Especialistas do Laboratório Integrado dos Transtornos do Impulso (PRO-AMITI) do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP) elaboraram um teste com cinco perguntas que avaliam o nível de ciúme. Reposta afirmativa à maoria deles pode indicar ciúme excessivo e necessiidade de procurar ajuda profissional.
  1. Você pensa frequentemente que seu parceiro (a) pode ser ou é infiel a você?
  2. Costuma mexer nos pertences dele (ou dela) em busca de informações sobre as suspeitas de infidelidade?
  3. Já agrediu ou foi agredido (a) fisicamente por causa de ciúme?
  4. Evita situações nas quais ele (a) possa conhecer alguém por quem possa se interessar (como jantares, festas etc.)?
  5. Já cogitou espioná-lo (a)?

     

Internet: novo meio de vigiar

A maior parte de brigas por motivos de ciúme entre casais que usam o facebook está relacionada ao site.
 
Em uma cena do filme A rede social (The social network, 2010), o jovem Mark Zuckerberg tem uma ideia para incrementar o site de perfis sociais que acabara de criar: colocar a opção “status de relacionamento” – isto é, o usuário tem opção de descrever-se como “solteiro”, “casado”, “em relacionamento sério” etc. em sua página. Em poucos dias, a rede cai no gosto de universitários e seu número de usuários aumenta em progressão geométrica. Romanceada ou não, a passagem da cinebiografia do jovem bilionário Zuckerberg, criador do Facebook, a rede social mais popular da atualidade, reflete um aspecto real da rede: estudos mostram que ela não se tornou apenas uma via comum de flertar, mas também um meio de acompanhar atuais e ex-parceiros.

Segundo uma pesquisa da Universidade de Guelph, no Canadá, baseada nas respostas anônimas de mais de 300 universitários “compromissados” que usam o site, a maioria das brigas por motivos de ciúme estão relacionadas ao site – fotos colocadas por ex-namorados(as) e comentários deixados por amigos do sexo oposto são as principais causas. De acordo com a autora, a psicóloga Amy Muyise, a pessoa ciumenta na “vida real” tende a atribuir significados a mensagens e imagens postadas na rede com facilidade. “A interação do amado com um contato que ela não conhece pode ser motivo de desconfiança. Além disso, fotos e informações antigas lembram-na constantemente que o namorado(a) teve um vida amorosa antes dela”, exemplifica Amy.

Outro estudo, da Universidade Western, também no Canadá, revela que quase metade dos quase 1 bilhão de usuários do Facebook têm o(a) ex entre seus amigos virtuais. Um terço deles volta e meia (ou constantemente) visita o perfil do antigo amor e até mesmo da pessoa com quem suspeita que ele esteja se relacionando.


Para superar o sofrimento

Admitir as emoções negativas é o primeiro passo para aprender a lidar melhor com o ciúme. Para a psicanalista e doutora em psicologia clínica Mary C. Lamia, autora de Emotions! Make sense of your feelings (Magination Press, 2012, sem edição em português), analisar a origem da ansiedade, raiva e medo causados pelo medo de perder espaço afetivo é uma forma de aprender sobre si mesmo. "O que você acha de si mesmo e o que pretender ser? Houve experiências de perda e abandono que leva você a crer que isso pode acontecer outra vez? Pessoas que despertam ciúme costumam ter características que você gostaria de desenvolver? São questionamentos simples, mas que pode ajudar a reconhecer que muitas vezes o ciúme tem mais a ver com a relação com si mesmo do que com quem se ama", explica Mary.

Buscar ajuda profissional é uma maneira de explorar essas questões e também de melhorar o diálogo com o companheiro. "É importante compreender que condicionar a própria felicidade e bem-estar ao parceiro é um comportamento auto-destrutivo, de raízes mais profundas que a 'paixão' e o 'amor' que se acredita sentir. Relacionamentos saudáveis consistem em respeitar e valorizar a individualidade, tanto do outro como a própria", diz a psicanalista.



Leia mais na edição de fevereiro de Mente e Cérebro, "Como o ciúme distorce a realidade".





Fragmentos da reportagem extraidos da revista e do site. 

Todos os direitos à Mente e Cérebro.

RESENHA - O PEQUENO PRÍNCIPE

(Sinopse)
Livro de criança? Com certeza!

Livro de adulto também, pois todo homem traz dentro de si o menino que foi.
O pequeno Príncipe devolve a cada um o mistério da infância. De repente retorna os sonhos. Reaparece a lembrança de questionamentos, desvelam-se incoerências acomodadas, quase já imperceptíveis na pressa do dia a dia.
Voltam ao coração escondidas recordações. O reencontro, o homem-menino.



(MINHA OPINIÃO)

Quem nunca leu julga se tratar de um livro para crianças (sua categoria é infanto-juvenil), considerando sua aparência: história curta com ilustrações coloridas – ilustrações feitas pelo próprio escritor. Mas no decorrer da leitura é possível perceber fortes traços de poesia e ainda pinceladas de filosofia possibilitando ao leitor uma viagem reflexiva de volta à infância.

O Pequeno Príncipe é o livro em francês (língua original) mais vendido, chegando à marca de 6 milhões de exemplares, com mais de 400 edições. É também um dos livros mais traduzidos do mundo ocupando a posição de número três, publicado em mais de 160 idiomas e dialetos.


Sua primeira edição foi publicada em 1943 e ganhou algumas adaptações, tais como: um filme musical intitulado The Litlle Prince e lançado em 1974; uma série de desenhos animados com o título As Aventuras do Pequeno Príncipe lançada na década de 80; e uma adaptação para teatro feita pelo grupo de teatro português Byfurcação em 2011, intitulado de O Principezinho na Quinta da Regaleira.


Até mesmo quem nunca leu o livro já ouviu falar sobre sua história. A de um Pequeno Príncipe que vive no pequeno asteroide B612 onde há três vulcões, um extinto e dois ativos, e uma rosa muito orgulhosa que foi a razão de o principezinho ter começado uma viagem pelo universo e conhecido novos planetas. E é nessa viagem que ele vem parar no planeta terra.


O livro permite ao leitor uma profunda reflexão sobre os seus valores, prioridades e como nos tornamos adultos esquecendo da criança que fomos um dia.

Dou cinco estrelas e super recomendo.

 

(QUOTES FAVORITOS)


"Por favor... cativa-me!” Página 67;

“Se tu vens, por exemplo, ás quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz. Ás quatro horas, então, estarei inquieta e agitada: descobrirei o preço da felicidade!” Página 67;


“Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos.” Página 70;


“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.” Página 72.



(SOBRE O AUTOR - ANTOINE DE SAINT-EXUPÉRY)

 
Foi escritor e ilustrador, além de piloto na Segunda Guerra Mundial. É autor de O Pequeno Príncipe, um dos maiores clássicos da literatura infanto-juvenil e escreveu livros de memórias e sobre a vida militar. Sua primeira obra foi O Aviador, lançada em 1926. Publicou ainda Terra dos Homens e Cidadela.
 
Informações sobre o autor tiradas do livro O Pequeno Príncipe.
 

AQUISIÇÕES #1

Os livros que adquiri em janeiro e fevereiro foram:
 
* Os dois últimos volumes da trilogia Cinquenta Tons e pretendo fazer uma resenha para esses dois livros.
 

 

* Os dois primeiros volumes da série As Crônicas de Gelo e Fogo.

 
 
 
* O Pequeno Príncipe - Antoine de Saint-Exupéry.
Acabei de ler e vou fazer uma resenha em breve.
 
* A Hora da Estrela - Clarice Lispector.
Esse livro eu comprei em um sebo em ótimo estado. Li a primeira vez no ano passado como um requesito da matéria de literatura na faculdade.
Pretendo ler de novo esse ano e fazer uma resenha.




* 100 Escovadas Antes de Ir para a Cama - Melissa Panarello

Também comprado em um sebo em ótima estado.




* Admirável Mundo Novo - Aldous Huxley.

Esse livro também de usado, porém não comprado em sebo. Comprei-o de uma garota que conheci no skoob.



* Precisamos falar sobre o Kevin - Lionel Shriver.

Também comprado pelo skoob.




 * Lolita - Vladimir Nabokov.

Esse livro é resultado de uma troca bem sucedida feita pelo skoob.

A capa jacket está um pouco danificada, mas ainda sim valeu a pena.






 
 
 * Borges e os Orangotangos Eternos - Luís Fernando Veríssimo.

Também fruto de uma troca bem sucedida no skoob.

 
 
Meu skoob, para quem tiver interesse. Lá no meu perfil eu disponibilizo o perfil das trocas bem sucedidas feitas pro mim.
 

 
 
 

E por fim,

* Guinnes World Records 2013.

Lindo de morrer.
 





 
 
;)